Um dia, o professor de um garoto viu-o pedir desculpas a um colega depois de uma explosão de raiva e lhe entregou uma folha de papel lisa dizendo: Amassa-a !!! Com medo, o menino fez o que mandou o professor, transformou a folha até então lisa, numa bolinha de papel. Agora… voltou a dizer o professor… Deixa-a como estava antes ! É obvio que não podia deixá-la como antes. Por mais que o aluno tentasse, o papel iria ficar sempre amassado. Então disse o professor: O coração das pessoas é como esse papel ! A impressão que nele deixamos será tão difícil de apagar como esses amassos
Milhoes de beijinhos e um excelente fim de semana!!!!
O BARULHO DA CARROÇA Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou: Além do cantar dos pássaros, estás a ouvir mais alguma coisa? Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi: Estou a ouvir um barulho de carroça. Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia... Perguntei ao meu pai: Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos? Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é o dono da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: "QUANTO MAIS VAZIA A CARROÇA, MAIS BARULHO ELA FAZ..."
Recém-casados, mudaram-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passaram na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou numa vizinha que pendurava lençóis no estendal e comentou com o marido. Que lençóis tão sujos ela está a pendurar no estendal ! Está a precisar de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade, Perguntava-lhe se queria que eu a ensinasse a lavar roupas! O marido observou calado . Três dias depois, também no café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no estendal, e novamente a mulher comentou com o marido : Nossa vizinha continua a pendurar no estendal lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade, perguntava-lhe se queria que eu a ensinasse a lavar roupa ! E assim a cada três dias, a mulher repetia o seu discurso, enquanto a vizinha pendurava os lençóis no estendal. Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e empolgada foi contar ao marido: Ela aprendeu a lavar as roupas, será que outra vizinha a ensinou ? Porque eu não lhe disse nada. O marido calmamente respondeu: Não, hoje eu acordei cedo e lavei a vidraça da janela! É assim ... Tudo depende da janela, através da qual observamos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir, verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Só assim poderemos ter real noção do valor dos nossos amigos. LAVE A SUA VIDRAÇA !!! ABRA A SUA JANELA !!!
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar em casa de uns amigos. A morada é nova, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava a ir pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais...E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite! MORAL DA HISTÓRIA: Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho-me perguntado com mais frequência: 'Quero ser feliz ou ter razão? Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ!!!
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto do hospital. Um deles, podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... e todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem, e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retractava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo! O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. " talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...". Moral da história: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar. "O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que lhe chamam presente."
Tudo para seu Orkut você encontra aqui!